segunda-feira, fevereiro 26, 2007

porque me apeteceu ouvir

Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...
sei lá eu o que queres dizer.
Despedir-me de ti:

"Adeus, um dia, voltarei a ser feliz."

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.

Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Triste é o virar de costas,
o último adeus, sabe
Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim...
Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti...

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.

Música: Fácil de Entender - The Gift

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Dark Raven


In the beginning there was nothing but soft darkness, and Raven beat and beat with his wings until the darkness packed itself down into solid earth. Then there was only the icy black ocean and a narrow strip of shoreline. But people came soon to live along the coast. And Raven felt sorry for them, poor, sickly things, who never had any sunshine. They lived by chewing on nuts and leaves, and crushed the roots of the alder trees for something to drink. "I must help them," thought Raven; and he flew down to earth, calling, "Ga, ga, ga!" and gathered the people together. Like ghosts, they were, shadowy and pale in the misty darkness. "Raven has come!" they told each other. "It is Raven-Who-Sets- Things-Right." The poor things were encouraged, and they gathered round to see what he would do. Raven plucked a branch from an alder, and scattered the leaves on the surface of a pool. At once the leaves were sucked under, and the water started to bubble. After the pool had boiled for a moment, the surface cleared and fish began to jump there. So that was how Raven gave the people fish. But now that they had fish to eat, they were thirstier than ever. They called on Raven, and down he came, and the people said, "Here is Raven-Who-Sets-Things-Right." Raven knew that there was only one spring of fresh water in all the world. A man named Ganook had built his house around it, and refused to give any away. "Maybe," thought Raven, "I can drink enough to carry some back to the people." So he went to the house and asked to come in, and Ganook was very glad to have his company. Raven sat down and made polite conversation, and pretty soon he asked for a drink of water. "Very well," said Ganook grudgingly, and showed him the spring, a crystal pool welling up in a basin of rock. "Don't drink it all!" Ganook warned him. "You know that's the only fresh water in all the world." Raven knew it well; that was what he had come for. But he said, "Just a sip!" and drank until he staggered. "Hold on there, Raven!" cried Ganook. "Are you trying to drink the well dry?" That was just what Raven was trying to do, but he passed it off lightly. He made himself comfortable close to the fire and said, "Ganook, let me tell you a story." Then Raven started out on a long dull story about four dull brothers who went on a long dull journey. As he went along he made up dull things to add to it, and Ganook's eyelids drooped, and Raven spoke softly, and more and more slowly, and Ganook's chin dropped on his chest. "So then," said Raven gently, with his eyes on Ganook, "on and on through the long gray valley through the soft gray fog went the four tall gray brothers. And now, snore!" And Ganook began to snore. Quick as a thought, Raven darted to the spring and stuck his beak into the water. But no sooner had he lifted his head to swallow than Ganook started up with a terrible snort, and said, "Go on, go on, I'm listening! I'm not asleep." Then he shook his head and blinked his eyes and said, "Where are you, Raven? What are you doing?" "Just walking around for exercise," Raven assured him, and back he went, and in a low, unchanging voice he went on with the dull story of the four brothers. No sooner had he started than Ganook began to nod, and his chin dropped down, and he jerked it back and opened his eyes and scowled at Raven, and nodded his head and said, "Go on! What next?" and his head dropped down upon his chest. "So on and on," said Raven slowly, "over the hills, went the four tall gray brothers. The air was thick and gray around them. Fog was stealing softly over the mountains. Fog before them, fog behind them, soft, cloudy fog. And now, snore!" And Ganook began to snore. Quietly Raven slipped to the spring, and, glub, glub, glub, he drank up the water until the pool was dry. But as he lifted his head for a last long gulp, Ganook leaped up and saw what he was doing. "So, Raven!" shouted Ganook. "You think you can lull me to sleep and steal my water!" He picked up his club and started to chase Raven round and round the fire. Raven would run a few steps and flap his big wings and rise a few inches off the floor. Then with a last tremendous flap he went sailing towards the open smoke hole. But he had swallowed so much water that he stuck fast in the opening, and there he struggled, while Ganook shouted, "You squint-eyed Raven, I've got you now, Raven! You miserable thief!" And Ganook threw green alder logs on the fire and made a great smoke which came billowing up and almost choked Raven to death. Raven hung there, strangling and struggling, until at last he pulled free with a mighty wrench and went wobbling heavily across the sky. He was so heavy he flew in a crooked line, and as he flew he spurted little streams of water from his bill. These became rivers, first the Nass and the Sitka, then the Taku and the Iskut and the Stikine. Since Raven flew in a crooked line, all the rivers are crooked as snakes. Here and there he scattered single drops, and these became narrow creeks and salmon pools. And so Raven brought fresh water to the people but he bore the mark of that smoke hole ever after. He had gone to Ganook as a great, white, snowy creature, but from that day on, Raven was black, as black as the endless sky of the endless night.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

sem comentarios


terça-feira, fevereiro 13, 2007

Oh tempo...volta para trás

Dizem que o tempo cura qualquer coisa mas será que isso é verdade? as vezes as pessoas que amamos magoam nos, e nada podemos fazer senao continuar a nossa jornada com nosso coraçao partido....Acho que e assim que me sinto neste momento, mas nunca baixo a cabeça e tento não me deixar levar pela dor
Saber o que é amar uma pessoa? Sentir que ela é tudo para mim? Sentir que tudo o que eu faço é para o agradar? Sentir que tudo o que digo e faço é para o ver feliz? Sentir que tudo na minha vida se resume a um simples amor? sonho acordada, tudo o que faço e a pensar nele!! É nisso que penso quando acordo e mesmo antes de adormecer é o seu sorriso e as suas palavras que recordo...mas, sem de um momento para o outro perco tudo
perco a pessoa que me fazia feliz, a pessoa com quem queria estar, a pessoa que dizia que me amava..o mundo cai porque o que se revelou no fim foi um estranho...
Sentir a indiferença e a distancia faz chorar sem parar e este vazio que prenche o meu peito e tremendo dentro de mim. desistimos então do amor porque gostar com desprezo não é amor Restam entao as recordaçoes, o amor que ainda se sente e a dor que insiste em ficar.. Aquilo que sinto será que vai deixar de existir? O amor faz nos sofrer muito. E temos que saber e temos que nos habituar a viver com isso, porque nós não podemos mudar nada, porque vai ser sempre assim. Porque a vida e assim!!
Será mesmo que o tempo cura tudo?! so espero que sim

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

O momento mas forte do amor, é quando sabemos que ele precisa de morrer mas não temos força para mata-lo

Acho que este titulo mostra bem o meu estado de espirito neste momento
Todos os dias morre um amor. Quase nunca nos percebemos disso mas e verdade,todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas venesualanas , com direito a discuçoes loiças partidas, estalos e lagrimas, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos.
Morre numa cama ou em frente à televisão num domingo ( ou no meu caso morre a frente de um ecrã de computador. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição. ( sinto o amor morrer na minha pele todos os dias um bocadinho mais)
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, este jamos relutantes em admitir isso. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso ( no meus caso pensei que tinha encontrado um princepe mas pronto posso não ter encontrado um sapo mas acho que encontrei um calhau). E assim por mais que não queiramos aprender, a vida ensina nos semprealguma coisa. E a lição é esta : os amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, o punhal da indiferença ( no meu caso), a forca do escárnio, a metralhadora da traição. o silêncio insuportável depois de uma discussão: e como em todo crime e sempre deixado um rasto de evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos. ( dava tudo para ter uma arma agora)
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão ( acho que o meu calhau pensa assim). Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas. (e olha que eu gosto bem de laranjas)
Existem, por fim, os AMORES-FÊNIX. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. ( devo ser uma dessas pessoas)
Depois ha os meus favoritos amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. E é esse amor que eu quero viver... mas infeliz mente saiu me um calhau na rifa e como tal vou ter de recorrer as armas de fogo ... ha pois é.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

A Lua da Busca do Conhecimento

Em sua grande maioria, as bruxas do passado foram mulheres do povo, que não tiveram acesso a uma educação formal, mas contaram com os benefícios de uma sabedoria ancestral e uma intuição aguçadíssima. Hoje, que podemos nos aventurar pelas sendas dos conhecimentos antes reservados aos homens, temos o dever de aproveitar essa oportunidade para aprimorar nossa cultura. Em fevereiro, a Lua da Busca do Conhecimento favorece o estudo. É o momento de tu leres e adquirir novas informações, ampliando os teus horizontes. É assim que tu vais cumprir um dever para com as tuas antepassadas bruxas, que sofreram por não poderem penetrar num mundo praticamente exclusivo dos homens. Em todas as noites de fevereiro, prepara um chá com folhas frescas de Artemísia (de preferência, plantadas e colhidas por ti mesma), erva que estimula o intelecto e favorece a aprendizagem. Enquanto saboreias o chá, dedica te à leitura ou ao estudo. Dê preferência às obras de filosofia, aos poemas e aos clássicos da literatura. Mesmo que, no começo, o desafio pareça grande demais, insiste. Invoca a poderosa deusa Atena, senhora do conhecimento, para que ela ajude te nessa aprendizagem. Aos poucos, a tua mente se tornará mais ágil e começarás a aprender com muito mais facilidade. Se necessitas de um estudo mais específico, orientado para um objetivo determinado - algo ligado ao teu trabalho, por exemplo , aproveita o mês de fevereiro para colocar esse projeto em prática e mergulhar nos livros



Nome: Moonwitch

Os amigos tratam-me por: Moony


Idade: 128 anos

:Renasci das cinzas a: 16/01/1882 - Sou um ser com uma alma muito antiga e esquecida no tempo

Sangue: Correm me nas veias o sangue das bruxas e dos vampiros

Signo: Capricornio com ascendente de Caranguejo

Habito: na Cidade que levou ao mundo as descobertas; a bonita cidade medieval de Lisboa

Sonho: Em construir o meu castelo, subir a torre mais alta, entrar no quarto mais alto, e encontrar o meu abrigo

Leio: Harry Potter; Senhor dos Aneis; Mundos Paralelos; A dança do Camaleão de Pedra; A Senhora de Avalon; Codigo de Da Vinci; Romances Vampiricos;Twilight; New Moon; Eclipse; Breaking Dawn; Eragon; Eldest; Brisingr; Anjos e Demonios; Entrevista com o vampiro; Bons Algorios; Sonhos e Pesadelos; A bruxa De Oz; The Pearl Saga; Stonehenge; As palavras que nunca te direi; 8 primos; A fada oriana; Não perturbem os sonhos, etc

Oiço: Quase todo o tipo de musica menos pimba;Tanho uma influencia pelas grandes bandas dos anos 80 antes de chegar o pop electronico: As minhas preferencias recaem para Queen; Aerosmith; U2; Dentro do genero gótico gosto de Evanescence; Within Temptation; Nightwish;Epia ;Lacuna Coil;Dead Can Dance; etc punk rock: the Cure, Paramore,30 seconds to mars; Metal : Metalica, Lamb of God,Slipnot;Korn etc

Vejo: The crow; Braveheart, senhor dos Aneis,Entrevista com o vampiro; Rainha dos Malditos;o Labirinto; Contacto; 7 pecados mortais, Disturbia; Transformers, Virgens Suicidas; Star Wars; Star gate; Supernatural;Fringe; Tsubasa Chronicle;animes,CSI; 4400; Dois Homens e meio;Lost

Gosto de: estar com o meu namorado; minha familia e amigos; dormir; ir ao cinema; ouvir musica; sair a noite; escrever; ler; desenhar; chocolate; uma coberta quentinha numa noite de Inverno; um corpo quentinho e suave ao meu lado numa noite fria e chuvosa

Não suporto: Traições, pessoas falsas, que me deem ordens, amigos com segundas intensões, inveja, ciume, gente mesquinha e venenosa

Sou: Dramatica, Desengonçada, Ironica, Fascinada pela musica, Pela arte, Estranha, Aluada, Sonhadora, Lunatica, Instavel, Compreensiva, Resmungona, Solitaria, Falo sozinha, Pensativa (muito), FASCINADA PELA LUA

Um pouco mais sobre mim: Esta é a a segunda versão deste blog que foi simplesmente crido para partilhar o meu mundo e as minhas curiosidades, coisas que me fascinam e me seduzem. Não sigo a Wicca em todos os seus principios, interessar-me por esse tema apenas me permitiu ver que ser diferente não é motivo de tristeza. Hoje sou o que sou e tanho orgulho nisso. Sempre fui diferente, e as pessoas afastavam-se. O ver e sentir coisas que mais ninguem pode sentir, sempre me assustaram, mas com o tempo esse medo fez me mais forte e permitiu encarar a vida de um modo mais verdadeiro e sem mascaras. Se bem assim bem-vindo\a, espero que encontres o que procuras assim como eu.

Silence Contest

participo! ~xD

Concurso Morbid Contest

PARTICIPO

Forgotten Angel

Madame Satã vs Heavy Metal versão 2.Participe!!

Prizes for you Dilemma Contest



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My Broken Heart

Miss Deeply

A Little Dream