domingo, maio 25, 2008

Eu peço-te

Hoje peço-te que me dês o que nunca deste, peço-te que me dês o que nunca sonhei receber de ti, peço-te que me dês o impossível de dar, quero que me dês... Hoje peço que me dês tudo o que és e tudo o que pensas, dá_me tudo de ti e ainda mais, hoje te peço te que me dês, mesmo sem saber quem és ou, se realmente existes... Dá_me o significado do nada, a razão do vazio, a saída do labirinto sem fim, a luz na noite mais escura de todas as outras, o amor que renego a quem me tenta dar, dá_me o que não podes dar nem queres dar, o teu sentimento, seja ele qual for, eu aceitarei!
Hoje peço-te que leias o que não está escrito e que compreendas o seu significado... Dá-me a tua alma, o teu pensamento, o teu sentimento mais profundo e verdadeiro... Tu gritas por ajuda, mas ninguém está lá pra te ajudar, apenas uma alma abandonada, alma esta que me pertence, alma esta que te grita por socorro mas tu não consegues ouvir... Dá-me o que não consegues, hoje peço te que me prometas o que não podes cumprir, quero que grites mesmo não tendo voz, quero que vejas mesmo não tendo olhos... Hoje peço te que escolhas o que já está escolhido e que corras por caminhos imaginários, caminhos estes que te levam ao mais profundo e desconhecido da minha alma...
Hoje pergunto te se realmente existes ao qual tu me respondes que ... não passas da minha solidão a falar mais alto que eu própria... Mas ficarás para sempre em mim, vou te pedindo que fiques, pois alimentas a fome que me vai destruindo aos poucos...
Tu és a razão pela qual choro, tu és a razão pela qual sofro, és a razão que pela qual estou morta...
Tu és o desejo de ter e não poder, tu és a razão pela qual acorod de noite a chorar, és o meu pesadelo de noites mal passadas, és o significado do meu ódio, da minha dor, da minha raiva, do meu amor...
Procuro ainda um espelho que me reflicta tal e qual como eu sou, e não como pareço ou demonstro ser, olho pela janela do quarto e só consigo decifrar códigos escritos, códigos estes que me encaminham para a morte, para a dor, para o sofrimento, para ti... Quando me olho no espelho vejo_te mas desejo que partas, desejo que não voltes, desejo que todos saibam que não és real, desejo que eu saiba que tu não és real, desejo que desapareças e nunca mais voltes, não tens vergonha de aparecer em mim? O que faço, o que digo, o que sou, nada disto é real, nada do que vocês vêem é real, nada disto existe realmente, nada da força que transmito é real, eu sou fraca e fraquejo quando de algo corre mal e não consigo supurtar a dor de perder....
Quero ser eu mesma e não tu, quero que todos saibam que o que vêem não sou eu, mas sim tu! Tu és a razão pela qual todos pensam que eu sou eu, és a razão pela qual me apaixono por ti e desejo que não vas, és tudo o que preciso para não me ignorarem, és tudo o que nessecito para respirar.... Por favor... Vai, não, volta, fica comigo, mas não, não quero que fiques, mas tu tens que ficar... Tu és a razão da minha indecisão... És a razão das minhas escolhas, és a razão de eu gostar de mim, quando não gosto, tu és ... a minha alma, o meu destino, as minhas palavras, o meu sangue e o meu pensamento.... Serás eternamente eu!

quinta-feira, maio 22, 2008

Ele esta de volta


Ta aí, o aguardado dia 22 de Maio de 2008 que não só pode como deve entrar para a história do cinema. Pois ao fim de quase 20 anos depois ele retorna às telas do jeito que eu sempre desejei voltar a ver. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é o quarto filme do arqueólogo-professor mais famoso do mundo e so vem provar que "avozinho" é o raio que o parta :).
Quando foi anunciado que um quarto filme de Indiana Jones seria feito com a presença de George Lucas na produção, e que iram aparecer algumas personagens do primeiro filme e um Harrison Ford 20 anos mais velho, as opiniões dividiram-se. Algumas opiniões, tais como a minha, deliravam com a possibilidade de ver Dr. Jones novamente no cinema, já outros duvidaram e questionaram os novos elementos que seriam mostrados no filme.
Mas quando o primeiro trailer deu as caras com o tema de John Willians tocando e Henry Jones Junior (Indiana para os amigos lol) se abaixa para apanhar o seu chapéu, nada mais interessava já que INDIANA JONES ESTAVA DE VOLTA como conhecemos como tudo o que tornou a trilogia memorável.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é uma aventura à altura do nosso querido Dr. Jones. Não é a melhor aventura do arqueólogo mais amado da sétima arte, mas sim um belo trabalho, e demonstração de vigor, de mais uma personagem eternizado por Harrison Ford. Demorou mas saiu ?! Ouço a bastante tempo que Spielberg, Lucas e Ford, querem outro Indiana Jones, e ai está. Depois de muitas brigas e discussões sobre qual caminho seguir, os três chegaram a um consenso, já era hora.
Está tudo no lugar que deve estar. A abertura que brinca com o logo da Paramount (vale citar que é o logo antigo, o mesmo que aparece nos outros filmes da série), as inacreditáveis fugas do Dr. Jones e quem mais estiver com ele, o charme incomparável do pedigree Spielberg, o chapéu, o chicote e claro, a trilha sonora pela batuta do mestre John Williams. Nessa aventura, Indiana Jones se mete com um bando de russos lá por 1957. Os vilões estão atrás de um artefato arqueológico cujo Indiana ajudou a escavar e que se encontra guaradado na area 51 (acho que isto ja diz muito). E tudo tem relação com ET`S, perseguições em plena floresta amazônica e muita, muita aventura.
Para início de conversa, o filme é cheio de referências, não só aos próprios filmes da série Indiana Jones, mas também ao universo mítico que Lucas e Spielberg deram forma juntos, estão ai, a Arca do primeiro filme Salteadores da Arca Perdida, referências a, claro, todos os outros filmes da série e de personagens que não voltaram (Sean Connery e Dernholm Elliot, o primeiro porque não quis, o segundo porque nos deixou em 92), O cafe ao estilo de Regresso ao futuro (produzido por Spielberg), Indy a derrubar um índio usando a mesma técnica que o jovem Sherlock Holmes usou para derrubar um vilão em Enigma da Pirâmide (produzido por Spielberg) ilariante aquela assopradela, entre muitas outras brincadeiras.
A quarta aventura de Indiana Jones começa bem, com acção vertiginosa antes de dar dez minutos no relógio, é impagável ver Jones a fugir de uma explosão nuclear dentro de um figorifico, sensacional, hilariante e subretudo absurdo lol
Vale falar também do script, que apesar de nao ser um dos melhores, com certas falhas que podem ser perdoadas, como o esquecimento de que a tal Caveira de Cristal do título ter um poder magnético muito maior que muitos ímãs por ai e claro as tochas que estão em todos os lugares onde os personagens passam (afinal se elas não estivessem lá, como é que eles iam ver?!)
A comédia, outro importante aspecto dos filmes Indiana Jones está mais presente do que nunca, na impagável cena da cobra ou então naquela onde Jones descobre que é pai de Mutt (Shia LaBeouf), na verdade essas cenas são bem próximas, mas já vale o ingresso.
Falando em LaBeouf, ele trás um ar fresco à série,com o seu ar de James Dean, uma das personagens que gerou mais polêmica e crítica, contudo posso dizer que o desempenho foi brilhante e encaixou-se perfeitamente na história, dando um fôlego novo aos “avozinhos”. O puto la mostrou que sabe o que faz e merece até certo destaque quando encarna o espírito de Tarzan. Não que ele vai herdar o chapéu de Indiana nos próximos filmes (de acordo com Lucas, virão próximos), mas a verdade é que ha uma certa brincadeira no fim do filme.
Nesse filme estão também John Hurt, no papel de um arqueólogo meio doido , Ray Winstone, a voz de Beowulf, como amigo traidor de indiana Jones e a eterna Marion Ravenwood, o verdadeiro amor de indy.
Do outro lado, os russos são basicamente a mesma coisa que os nazistas eram nos outros filmes, vilões frios com um único propósito, tentar parar Jones e a sua equipa. Eles são liderados por Cate Blanchett, encarnando uma vilã que é um misto de Elsa (vilã de A Última Cruzada) e Belloq (vilão de Caçadores da Arca Perdida). E só, ela não chega a representar uma verdadeira ameaça a Jones. Se bem que vilão algum fez isso com o herói, nem Hitler o conseguiu.
A trilha sonora, regida por John Williams está lá, tão presente quanto o chapéu e o chicote.
Ainda que a crítica não seja muito favorável ao filme graças ao seu enredo principal – o qual foi o motivo de discórdia entre Steven Spielberg, Harrison Ford e George Lucas, não há como negar que É Indiana Jones. Mesmo que o “tesouro” da vez não seja uma Arca da Aliança ou as Pedras Sankara ou ainda o Cálice Sagrado ele está de volta, 20 anos mais velho, mas com um espírito e uma vontade que deixa muito marmanjos no chinelo. Portanto meus amigos deixem as críticas e as dúvidas de lado e corram para o cinema afinal É INDIANA JONES! =D. Uma volta aos bons tempos onde víamos filmes de qualidade, não blockbusters despropositais mas sim um filme com vigor, assim como o intrépido Dr. Henry Jones. Que venham Indiana Jones 5, 6, 7...

terça-feira, maio 20, 2008

O medo

Mostro indiferença, mas é inútil. Mostro-me forte, quando, me olho ao espelho e vejo um círculo de fumo inconstante e impertinente. Mostro-me confiante quando as minhas pernas tremem e o meu pensamento tem medo. Uma face destemida, um tremor na espinha. Um sorriso, uma lágrima escondida. Um aglomerado de palavras, que são frases, que são parvoíces, quando precisava de estar calada, penetrada no meu próprio pensamento. Um olhar concentrado, um olhar distante. Um tempo que passa rápido, horas mortas, que jazam em seus fúnebres caixões. Um sentir-me vazia, um sentir-me mínima, um sentir-me ridiculamente indefesa, o estar fraca, mais e mais… Um tique nervoso, que passa de miúdo a intenso e asfixiante. Um medo que cresce, que faz tremer a palma da mão, que faz renascer a imensidão do infinito no olhar, que destrói o que faz de mim o que sou, o que me atormenta, o que me faz chorar, o tudo que é nada, o vazio que é apenas mais um vazio… Uma sombra enevoada pela insuficiência marcada pela dor de não ter…

domingo, maio 18, 2008

hoje sinto me triste

Por mais que a tristeza esteja em meus olhos, ainda oiço dentro de mim a esperança do sorriso e continuo a registar e acompanhar a minha dita metamosfose....
A "menina mulher" sofreu um processo de maturação, a medida que o tempo foi passando, e cada alteração fica registada na minha pele. Tenho tantas cicatrizes que ja lhes perdi a conta... mas não escondo nenhuma ,pois cada uma delas é uma testemunha de como vivi a minha vida.
Não me considero poeta, mas sim apenas alguém que faz das palavras um veículo de transporte de emoções, e assim pretendo continuar a fazer... Somente por querer viver tanto não notei que me perco num mundo tão meu e tão proprio.
Hoje sinto-me perdida, parece que o mundo a minha volta não e real. onde palavras não faltavam-me E hoje...so encontro silencio interior, Minha desilusão hoje,veio como correnteza, é forte demais, devasta meus pensamentos mais profundos e cala-me na alma. A ruptura de minha razão, fecha-se em silêncio.

quinta-feira, maio 15, 2008

O meu coração....

A cada lágrima que chorei um dia se passou, e assim meus olhos criaram rios que se comparam a mares intermináveis de dor e tristeza... Enquanto chorava, meu amor crescia dentro de mim e minha paixão excedia limites, até que um dia o meu coração manifestou uma vontade imensa de te ver novamente, e veio o sol para secar cada lágrima de mágoa existente na minha vida. Tudo para mim virou felicidade, e um sorriso finalmente brotou em minha face, assim uma nova flor, pura como a flor que depositei um dia em nossos corações, germinou e cresceu novamente, criando um mundo novo em um universo longe de tudo, aonde podemos viver sozinhos, sem que haja interferencia de sentimentos ruins... Esse mundo, meu amor, se chama simplesmente coração, e é aonde criei uma nova casa para que moremos e sejamos felizes ... quem sabe para sempre.

terça-feira, maio 13, 2008

ESTOU MORTA

Estou morta num mundo morto.
Minha tristeza consome minha alma devora meu coração.
Minhas lagrimas são de sangue,
meus olhos são escuros quanto as trevas que dominam a minha alma.
Sou o tormento e sou atormentada!
Minha agonia a agonia do mundo, minha solidão a solidão de todos.
Estou morta num mundo morto.
Sou tão velha quanto este mundo e todos quanto ele!
Assim como este mundo só conhece dor, sofrimento,tristeza,
solido eu tambem compartilho do seu karma...
Porque estou morta num mundo morto.

sábado, maio 10, 2008

Es um assassino

Hoje Senti-me humilhada novamente, suja, abandonada, ignorada e gozada. Foi assim que me tratas-te. Hoje… mais uma vez, hoje… e sempre.Uma lágrima corre, seguida de outras mais, num choro que não consigo controlar, numa dor que não consigo parar!Porquê?Porquê Eu?Sim, sou louca, mas nada nesta vida tenho, senão a incerteza de que sou possuída por uma alma que na realidade não me quer.Neste momento nada sou senão lágrimas em queda, lágrimas que vergam sem cessar.A dor que se manifesta no meu corpo, a raiva que me corre nas veias!
Usas-me e vens te em teu belo prazer e depois ignoras-me como se fosse uma prostituta que existe somente para deleite do teu prazer.Já me conheces, nunca fico parada. Ela ira se manifestar ma sua pior forma.Hoje humilhaste me, quem sabe por uma ultima vez. És o pior dos homens
És aquele que usa e mágoa sem mesmo se dar conta do que esta a fazer. Serei para ti então somente um corpo morto na tua cama… mas sim morto…por que tu matas me lentamente. És um assassino.

quinta-feira, maio 08, 2008

Nunca é demais lembrar

domingo, maio 04, 2008

Pelos caminho da leitura

Hoje apetece-me falar dos meus livros, dos meus queridos livros. Não são muitos mas são os que consegui ir arranjando ao longo do tempo. E tenho pena que não sejam mais. Para mim é muito importante estar rodeada por eles .Contam-me tantas histórias, tantas ideias, tantos sentimentos, por vezes completamente antagónicos, mas a vida também é assim.
Não posso passar sem eles. Podia desfazer-me de tudo o que tenho em casa menos dos meus livros. São o meu passaporte para outros mundos.. onde eu viajo como a personagem principal. São das poucas coisas que me provocam sentimentos de posse. Empresto-os de boa vontade a quem eu sei que os estima e que os volta a devolver. O livro tem de ser partilhado. Partilhar vivências, experiências, palavras, sentimentos, amor. Viajamos por mundos paralelos ao nosso, muito distantes ou quase próximos, mundos que nos tocam ao de leve ou que nos atravessam completamente. Choramos e rimos, desesperamos e sonhamos, amamos e… vivemos.
Ler um livro é uma forma de colorir a nossa vida, nem que seja de negro ou de branco, ou de outra cor qualquer. Um livro é uma passagem para a nossa imaginação, para outro nível interior, um refúgio, para o nosso mundo. Somente com a leitura consigo escapar deste meu eu decadente. Quem nunca sentiu o prazer de uma boa leitura, não tem a noção desse puro saber .Quando morrer vou lamentar todos os livros que não li.

quinta-feira, maio 01, 2008

A busca do "eu"

A rotina destrói todo o poder criativo, destrói a própria pessoa, a alma e os sentidos. Congela-nos para a vida, para o seu verdadeiro sentido. Mas... o que é a Verdade? Acho que muita gente a a procura, mas sem a alcançar.
Ser filósofo é ser humano, é a conquista, é a busca do Porquê. Desde que existimos como indivíduos, como sociedade ou como grupo, que caminhamos na senda da nossa busca: de onde viemos, quem somos, para onde vamos? Continuaremos, enquanto existirmos, essa eterna busca. No nosso pequeno mundo, na nossa pequena vida que interessará, por ventura, a um punhado pequeno de pessoas que nos rodeiam, também nós, como indivíduos, buscamos o nosso Porquê, a nossa Origem, o nosso Futuro. Todos somos especiais, nem mais nem menos que os outros biliões de pessoas. Mas somos egocêntricos. Achamo-nos mais especiais que a maioria. Bem, de qualquer forma, na quantidade certa, ajuda-nos a viver e a orientar a nossa vida, a sermos seguros e autoconfiantes. É preciso sermos ponderados para que o egoísmo, o egocentrismo e a sede de poder e a soberba não nos ceguem para a vida, para o que é fundamental e verdadeiro.
Novamente a Verdade. Outro ponto da mesma busca eterna. Poderiamos andar em circulos na nossa mente, sempre, indefinidamente. Para nos libertarmos daquilo que é a percepção dos nossos sentidos, daquilo que nos é imediato, é preciso termos algo mais aberto no nosso espírito, no nosso ser. É que nesta vida nem tudo o que parece é, nem tudo aquilo que os nossos sentidos nos dizem é verdade.
A verdade, muitas vezes, é apenas atingida, ou aflorada, quando nos libertamos do físico, do corpo, da "prisão" que é a nossa percepção dos sentidos, do senso comum. Temos de ir mais além, ter capacidade mental para ultrapassar o imediato, o palpável, tudo aquilo que é curto e finito e nos aprisiona numa cela que não se vê, que não se sente nem se cheira nem tão pouco se ouve.
Claro está que aquilo que aqui escrevo já foi antes dito e escrito, talvez mais bem escrito e dito. Contudo, é importante para nós, como indivíduos, pensarmos nisto por nós próprios, é importante para nós, para o nosso universo, para a nossa pequena vida. A apropriação daquilo que nos rodeia e onde nós nos inserimos, a percepção do nosso papel na máquina da vida. Por vezes é duro para nós aquilo que descobrimos do mundo e de nós mesmos. Quem não aguenta descobrir a verdade poderá suicidar-se. Para tal acto é preciso ter uma coragem ao contrário, uma coragem destrutiva, autodestrutiva. E todos nós somos um pouco assim, corajosos, não corajosos e autodestrutivos.
Temos de nos conhecer bem antes de avançarmos para a descoberta da verdade. E quem somos nós senão uma parte dessa verdade, desse mundo interior que nos permitiram ter, que nos fadaram ou malfadaram. Somos filhos de algo, de um acaso ou infortúnio? Somos filhos rebeldes de uma Criação que nos transcende, de uma ordem que nos ultrapassa e que brinca connosco, baralha-nos, contando-nos a nossa história em trechos separados e confusos como um puzzle. Talvez andemos eternamente a construi-lo, colocando peças nos sítios certos ou que nos parecem certos, e a trocá-las indefinidamente quando percebemos que elas não encaixam assim tão bem como pensámos. É um trabalho de uma existência!!

Nome: Moonwitch

Os amigos tratam-me por: Moony


Idade: 128 anos

:Renasci das cinzas a: 16/01/1882 - Sou um ser com uma alma muito antiga e esquecida no tempo

Sangue: Correm me nas veias o sangue das bruxas e dos vampiros

Signo: Capricornio com ascendente de Caranguejo

Habito: na Cidade que levou ao mundo as descobertas; a bonita cidade medieval de Lisboa

Sonho: Em construir o meu castelo, subir a torre mais alta, entrar no quarto mais alto, e encontrar o meu abrigo

Leio: Harry Potter; Senhor dos Aneis; Mundos Paralelos; A dança do Camaleão de Pedra; A Senhora de Avalon; Codigo de Da Vinci; Romances Vampiricos;Twilight; New Moon; Eclipse; Breaking Dawn; Eragon; Eldest; Brisingr; Anjos e Demonios; Entrevista com o vampiro; Bons Algorios; Sonhos e Pesadelos; A bruxa De Oz; The Pearl Saga; Stonehenge; As palavras que nunca te direi; 8 primos; A fada oriana; Não perturbem os sonhos, etc

Oiço: Quase todo o tipo de musica menos pimba;Tanho uma influencia pelas grandes bandas dos anos 80 antes de chegar o pop electronico: As minhas preferencias recaem para Queen; Aerosmith; U2; Dentro do genero gótico gosto de Evanescence; Within Temptation; Nightwish;Epia ;Lacuna Coil;Dead Can Dance; etc punk rock: the Cure, Paramore,30 seconds to mars; Metal : Metalica, Lamb of God,Slipnot;Korn etc

Vejo: The crow; Braveheart, senhor dos Aneis,Entrevista com o vampiro; Rainha dos Malditos;o Labirinto; Contacto; 7 pecados mortais, Disturbia; Transformers, Virgens Suicidas; Star Wars; Star gate; Supernatural;Fringe; Tsubasa Chronicle;animes,CSI; 4400; Dois Homens e meio;Lost

Gosto de: estar com o meu namorado; minha familia e amigos; dormir; ir ao cinema; ouvir musica; sair a noite; escrever; ler; desenhar; chocolate; uma coberta quentinha numa noite de Inverno; um corpo quentinho e suave ao meu lado numa noite fria e chuvosa

Não suporto: Traições, pessoas falsas, que me deem ordens, amigos com segundas intensões, inveja, ciume, gente mesquinha e venenosa

Sou: Dramatica, Desengonçada, Ironica, Fascinada pela musica, Pela arte, Estranha, Aluada, Sonhadora, Lunatica, Instavel, Compreensiva, Resmungona, Solitaria, Falo sozinha, Pensativa (muito), FASCINADA PELA LUA

Um pouco mais sobre mim: Esta é a a segunda versão deste blog que foi simplesmente crido para partilhar o meu mundo e as minhas curiosidades, coisas que me fascinam e me seduzem. Não sigo a Wicca em todos os seus principios, interessar-me por esse tema apenas me permitiu ver que ser diferente não é motivo de tristeza. Hoje sou o que sou e tanho orgulho nisso. Sempre fui diferente, e as pessoas afastavam-se. O ver e sentir coisas que mais ninguem pode sentir, sempre me assustaram, mas com o tempo esse medo fez me mais forte e permitiu encarar a vida de um modo mais verdadeiro e sem mascaras. Se bem assim bem-vindo\a, espero que encontres o que procuras assim como eu.

Silence Contest

participo! ~xD

Concurso Morbid Contest

PARTICIPO

Forgotten Angel

Madame Satã vs Heavy Metal versão 2.Participe!!

Prizes for you Dilemma Contest



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My Broken Heart

Miss Deeply

A Little Dream